quarta-feira, 18 de novembro de 2009

De Verdade


Sinceramente eu não gosto de vir aqui e postar algo... só tenho tempo quando não estou tão inteira... confesso que não fui inteira nessa colocação, pq se eu postasse baseada realmente sobre essa alegação, aqui haveria de ter umas 300 postagens, melancólicas, deprê e tal...( acho que estou ficando grandinha estou aprendendo a guardar pra mim as minhas coisas... como dizia o Quintana "o pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso." ) a verdade é que estou sem vontade de me revelar , sem querer, tô meio sem querer sem vontade de tudo... ressaltando que esse negócio de querer dar um trabalho doido, mas ficar sem ele é meio vazio, ah, moça pare com isso. Uma dia tudo passa... amém.






Bom descanso.

domingo, 23 de agosto de 2009


Vai mudar?

domingo, 2 de agosto de 2009


Mais um ano se passou
E nem sequer ouvi falar seu nome,
a lua e euCaminhando pela estrada
Eu olho em volta e só vejo pegadas
Mas não são as suas eu sei,
Eu sei, eu sei
O vento faz eu lembrar você
As folhas caem mortas como eu
Quando olho no espelho
Estou ficando velho e acabado

Procuro encontrarnão sei onde está você
Você você....o


Vento faz eu lembrar você


As folhas caem mortas como eu...


"Ai, a solidão vai acabar comigo
Ai, eu já nem sei o que faço e o que digo
Vivendo na esperança de encontrar
Um dia um amor sem sofrimento
Vivendo para o sonho de esperar
Alguém que ponha fim ao meu tormento
Eu quero qualquer coisa verdadeira
Um amor, uma saudade,
Uma lágrima, um amigo
Ai, a solidão vai acabar comigo. "

domingo, 26 de julho de 2009


Resposta ao Tempo
Nana Caymmi
Composição: Aldir Blanc/Cristovão Bastos

Batidas na porta da frente
É o tempo
Eu bebo um pouquinho
Prá ter argumento
Mas fico sem jeito
Calado, ele ri
Ele zomba
Do quanto eu chorei
Porque sabe passar
E eu não sei
Num dia azul de verão
Sinto o vento
Há fôlhas no meu coração
É o tempoRecordo um amor que perdi
Ele ri
Diz que somos iguais
Se eu notei
Pois não sabe ficar
E eu também não sei
E gira em volta de mim
Sussurra que apaga os caminhos
Que amores terminam no escuro
Sozinhos
Respondo que ele aprisiona
Eu liberto
Que ele adormece as paixões
Eu desperto
E o tempo se rói
Com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor
Prá tentar reviver
No fundo é uma eterna criança
Que não soube amadurecer
Eu posso, ele não vai poder
Me esquecer

segunda-feira, 6 de julho de 2009


Cansada!
Cansada do sol que pela manhã insiste em me fazer ser, estar, existir. Cansada de querer, de esperar, de criar. Estou cansada, cansada de falsos amores, falsos beijos, abraços vazios. Ah, hoje não, hoje estou cansada cansada demais para acreditar, para querer, para esperar. Quero deitar, e estou cansada de não achar o jeito certo de dormir e ter belos sonhos, ( onde estão os meus sonhos, será que o sol os espantou ?!) cansada, exausta. O meu melhor se um dia o tive só vento o conheceu, e agora estou levando o de volta a mim, somente a mim, só eu o terei , somente eu louvarei a mim, só eu mereço me ter.

A luz está acesa a espera de alguém , estou indo desligá-la.


Confissão

Que esta minha paz e este meu amado silêncio
Não iludam a ninguém
Não é a paz de uma cidade bombardeada e deserta
Nem tampouco a paz compulsória dos cemitérios
Acho-me relativamente feliz
Porque nada de exterior me acontece...
Mas,Em mim, na minha alma,
Pressinto que vou ter um terremoto